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  1. Consertando um sistema falido

    • Juan Carlos Garzón Vergara
    28 December 2014
    Policy briefing

    Apesar dos esforços dos governos latino-americanos, as drogas ilícitas continuam a representar uma das maiores fontes de receita para as organizações criminosas, lhes permitindo penetrar instituições políticas e sociais corruptas. As organizações criminosas exploram as vulnerabilidades do Estado e tiram proveito da incapacidade dos governos de garantir a segurança de seus cidadãos. Com poucas exceções, a fraca capacidade dos governos latino-americanos se reflete em altos índices de homicídios, níveis notórios de impunidade, e o sentimento de desconfiança que os cidadãos alimentam sobre as instituições judiciárias e policiais.

  2. upp-sao-carlos

    Ex-comandante de UPP do Rio é condenado por associação ao tráfico

    17 March 2013
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    O ex-comandante da UPP (Unidade de Polícia Pacificadora) do Morro de São Carlos, na região central do Rio, foi condenado a seis anos de prisão, em regime fechado, por associação ao tráfico de drogas. Investigações da Polícia Federal descobriram que o então capitão da Polícia Militar recebia R$ 15 mil por semana dos traficantes para facilitar o comércio ilegal de drogas.

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    Agentes da lei defendem legalização das drogas

    16 December 2012
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    leap-brasil‘Quem morre na guerra contra as drogas não é o usuário: é o policial e o traficante’. A frase, dita pelo ex-chefe do Estado-Maior da PM, coronel Jorge da Silva, resume bem a ideia de um movimento que vem ganhando corpo entre os profissionais responsáveis por aplicar a lei no Brasil: a guerra contra as drogas está perdida.

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    La ocupación de Rocinha

    Eric Nepomuceno
    17 November 2011
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    rocinha-pacificationEs innegable que el tráfico viene sufriendo fuerte impacto con la ocupación de los cerros y la posterior implantación de las UPP, las Unidades de Policía Pacificadora. Sin verdaderas reformas estructurales las medidas serán inevitablemente limitadas. Además, existe otro fenómeno de violenta criminalidad que apenas es mencionado por las autoridades de Río: las milicias, es decir, los grupos paramilitares integrados por policías y por bomberos que controlan la mitad de las favelas locales. Por más que sea cierto que muchos “milicianos” están presos, no se ha visto ninguna acción concreta sobre los territorios que controlan y someten con una ferocidad por lo menos similar a la de los narcotraficantes.

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    El paraíso está lejos

    Eric Nepomuceno
    14 November 2011
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    Para terminar con el control de vastas áreas de Rio de Janeiro dominadas por pandillas de narcotraficantes, nada mejor que realizar una ocupación militar que expulse a los criminales, restablezca el orden y la ley, y luego facilite programas sociales bien estructurados, que van de la apertura de campos de deporte a puestos de salud y guarderías, además de otros instrumentos de rescate de la ciudadanía. En cada cerro ocupado se instala una Unidad de Policía Pacificadora, que convivirá con los habitantes dentro de las reglas mínimas de respeto mutuo, sin violencia, sin atentar contra la dignidad de las gentes y respetando los derechos básicos de cada uno.

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    Taller de expertos en reducción de daños en relación con la oferta

    20 May 2011 - Event

    La Oficina en Washington para Asuntos Latinoamericanos (WOLA) y el Transnational Institute (TNI) invitó a un grupo de 20 expertos a participar en una mesa redonda en la oficina de WOLA en Washington. El tema principal de la mesa fue: ¿Puede el concepto de "reducción del daño" aplicarse a los problemas relacionados con la oferta con el fin de abordar mejor los daños asociados con la producción de drogas ilícitas y su distribución, así como para reducir al mínimo los daños que se derivan de la fiscalización de drogas propiamente dicha?

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    Para socióloga, Rio tem UPPs, mas não política de segurança

    25 November 2010
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    julita-lemgruberA socióloga e ex-diretora do Sistema Penitenciário Julita Lemgruber, que está lançando o livro "A Dona das Chaves - Uma mulher no comando das prisões do Rio", afirma que "legislar sob pânico" não é adequado para momentos de crise ("não é o tamanho da pena que reduz a criminalidade, mas a certeza da punição") e diz que o Rio tem política de UPPs (Unidades de Polícia Pacificadora), mas não política de segurança ('a polícia do Rio soluciona 8% dos homicídios contra 60% de São Paulo na capital').